Mais uma vez um #tbt Futebol Cards duplo. Agora com o eficiente e raçudo Caçapava, nas versões colorado e corintiano.

.

O volante começou no Inter em 1972 e por lá viveu anos de muitas glórias. Fez parte do supertime que cansou de levantar taças na década, ao lado de Falcão, Valdomiro e companhia.

.

Foi campeão gaúcho em 1974, 75, 76 e 78, os mais importantes, no entanto, foram os títulos do Brasileirão de 1975 e 76.

.

Em 1979, surgiu uma transferência para o Parque São Jorge. Era o ano em que a coleção Futebol Cards estava sendo lançada. Por isso, duas versões.

.

Caçapava levou de Porto Alegre para Sampa o hábito de ser campeão e logo na sua chegada ao Corinthians deu a volta olímpica no Morumbi após conquistar o Paulistão 79.

.

O volante ainda defendeu o Vila Nova-GO, o Palmeiras, o Ceará, onde sagrou-se mais uma campeão estadual, em 1984, Novo Hamburgo e Fortaleza.

.

Com a camisa da Seleção Brasileira foram quatro jogos, sendo duas vitórias e dois empates, entre 1976 e 77.

.


Uma tarde de domingo em Madri como nunca os torcedores locais haviam visto. Duelo de brasileiros campeões mundiais na segunda semana de 1959.

.

A grande atração era o destemido Vavá, o Leão da Copa da Suécia, contratado a peso de ouro pelo Atlético de Madrid após o mundial e que vinha justificando cada peseta investida com muitos gols.

.

Rodadas antes havia metido cinco gols no Zaragoza. Mas naquela tarde de janeiro, com o estádio Wanda Metropolitano abarrotado de torcedores, passaria em branco. O brilho seria dos brasileiros do Valencia.

.

Aos 8 minutos do primeiro tempo, Wálter Marciano abriria a contagem para os visitantes. O ex-atacante do Santos e Vasco marcou este e muitos outros com a camisa valenciana, sucesso que o fez se naturalizar espanhol.

.

Sem chance na Seleção Brasileira, onde havia jogado apenas oito partidas e não era convocado desde 1956, Wálter viu a oportunidade de disputar uma copa do mundo com a camisa da Fúria.

.

E era provável que ele realizasse o seu sonho no Mundial do Chile de 62 se, um ano antes, seu carro não batesse de frente num caminhão na estrada entre Valencia a Alicante.

.

Dois companheiros de time que estavam com ele no veículo sobreviveram ao acidente. O motorista morreu na hora.

.

Voltando ao jogo de 1959, o time de Wálter Marciano ampliou a vantagem aos 11 do segundo tempo. Gol de um outro brasileiro: Joel, um dos gigantes da história do Flamengo, e assim como Vavá campeão do mundo na Suécia.

O ponta direita, inclusive, começou a Copa de 1958 como titular, perdendo a vaga para Garrincha em definitivo a partir da partida contra a URSS.

.

No Valencia, no entanto, Joel não tinha que disputar a posição com Mané e era dono da camisa 7 do seu time, que dominou as ações diante da equipe de Madri e só tomaria um gol perto do final, marcado por Irusquieta.



Mais um #tbt Futebol Cards com um excelente jogador que também se tornaria técnico após pendurar as chuteiras. Apenas Eduardo enquanto meia ou ponta, como no card acima, que ganharia Amorim ao virar treinador.

.

Ele começou no Cruzeiro, clube que defendeu por 12 anos. Fez parte do timaço, que faturou os estaduais de 1972, 73, 74, 75 e 77, além da Libertadores de 1976, tendo atuado em todos os 13 jogos do seu time na competição.

.

Após 544 jogos, deixou a Raposa em 1981 para fazer parte de outro time icônico: o Corinthians, de Sócrates, Wladimir, Zenon, Casagrande, o da Democracia Corintiana, bicampeão paulista de 1982 e 83.

.

Encerrou a carreira no Santo André em 1988. Como técnico, voltou ao Parque São Jorge para levantar a Copa do Brasil e o Paulistão de 1995.

.

Treinou também Atlético Mineiro, Sport, e Portuguesa, América-RN, antes de cruzar o Atlântico para comandar o PS Kalamata, da Grécia, por onde ficou sete temporadas.