Este garoto da imagem virou, neste 5 de outubro, um sessentão. Antônio de Oliveira Filho, ou Careca, que também atende por Carecone, foi um dos melhores camisas 9 do futebol brasileiro.

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Aos 17 anos arrebentava no nacional e ajudava a levar o Guarani ao título mais inusitado da história do Campeonato Brasileiro. Era só o início de uma trajetória de gols, golaços, e títulos.

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A galeria de ídolos imortais do Bugre foi apenas a primeira a Careca deixar a sua digital. Viria ainda a do São Paulo, por onde conquistou o Paulistão de 1985 e 1987 e outro título brasileiro, o de 1986.

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Mesmo ano em que envergou a camisa 9 da Seleção Brasileira com a grandeza que ela merece durante a Copa do México. O time parou nas quartas de final numa disputa de pênalti contra a França de Platini, mas Careca foi o Chuteira de Prata do mundial com cinco gols.

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Saiu do São Paulo em 1987 para entrar na história do Napoli, conquistando ao lado do amigo Diego Maradona, assim como fez no Guarani, títulos improváveis como o scudetto da Série A (1989-90), a Supercopa da Itália (1990) e a Copa da Uefa (1988-89).

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Ainda defenderia a Seleção Brasileira na Copa de 1990, na Itália, novamente jogando muita bola. Marcou duas vezes até o seu time ser eliminado pela Argentina de Maradona. No total, foram 28 gols com a amarelinha, em 63 jogos.

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Vida longa ao sempre craque Careca!



Foi na noite de um dia 2 de outubro como hoje que Pelé fez a sua despedida do Santos, em uma partida válida pelo Campeonato Paulista de 1974, contra a Ponte Preta, na Vila Belmiro, vencida pelos donos da casa por 2x0, gols de Cláudio Adão e Geraldo (contra).

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Pelé saiu de campo aos 21 minutos do primeiro tempo. Aos prantos, deu a derradeira volta olímpica, dentre tantas ao longo da carreira. Era a sua 1.116ª partida com a camisa do Peixe.

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Em um 7 de Setembro de 1975, ele ainda faria um jogo pelo Santos, pelo Torneio Governador Roberto Santos, em Salvador. Um empate em 1x1 contra o Bahia. No mesmo ano, acertaria sua ida para o Cosmos.



Um #tbt Futebol Cards que vale por dois. Mazzaropi foi um dos jogadores que trocaram de camisa no período em que a coleção da Ping Pong estava em vigor e mereceram uma atualização no novo clube.

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O goleirão começou no Vasco, vestindo a número 1 por cinco anos. Foi campeão Brasileiro em 1974 e Carioca em 1977. Duas temporadas depois, quando Emerson Leão chegou em São Januário, Mazzaropi começou a ser emprestados a outros clubes.

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O primeiro foi o Coritiba, onde faturou o Paranaense de 1979. No retorno ao Vasco, em 1982, comemorou mais título estadual. No ano seguinte, seria emprestado novamente e para fazer história no Grêmio.

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Foi campeão da Libertadores e do Mundial em 1983. Sua trajetória no tricolor gaúcho foi interrompida porque, na temporada seguinte, o Vasco emprestaria o goleiro para o Náutico. O Pernambucano de 1984 foi mais um estadual no currículo dele.

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No mesmo ano, no entanto, retornou ao Grêmio para levantar um caminhão de taças. Só do Gauchão foram seis (1985-1990), além da Copa do Brasil de 1989 e a Supercopa em 1990.

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Mazzaropi ainda defenderia as cores do Figueirense antes de pendurar as luvas.

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Campeoníssimo pelos clubes em que jogou, o goleirão ainda detém um recorde pessoal até hoje inigualável: 1.816 minutos sem sofrer um gol, durante as temporadas de 1977 e 78, atuando pelo Vasco.